Patético como nos perdemos dentro de nós. Mesmos.Ciosos, Cientes, testemunhas de algum tipo de caos.
Nada que nos faça melhores, mais simpáticos aos dessemelhantes, alheios ao que, demandado o tempo, nos fará irmãos..
Vivemos o caminho do errante. Aquele que desconhece cruzamentos, fronteiras, alagadiços, beiras, passadiços e pontes.
Aquele que conhece o motivo das dores e doente, descreve o caminho das curas.
Nunca para si, conforme preconiza a cartilha da conduta personalista. Para o mundo, maior que toda vaidade, incomparável ao riso de quem vive bem.
Por que come bem, por que aceita sua origem e seus aprendizados nativos, porque se insere num tempo de novidades e divide sua história .
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