Marcamos o tempo com aneis nos dedos, esquecidos das rugas e das rusgas que a ausência de paz nos impõe.
Queremos ser carregados por cristos e budas, alheios ao tamanho de nossos próprios pés. Queremos lamber o sol e depurar a lingua de quem amamos.
Não deveria ser assim. E amar não deveria ocupar espaço.
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